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 Guarding the king: cybersecurity A chess game
by Piero Bonadeo 

In the face of a major cyberattack, a desperate CEO uttered the words, 'A CISO, a CISO, my kingdom for a CISO!'

 

Golden rule: have a Chief Information Security Officer (CISO) joining the board of director. This is my first takeaway as I spent three intense days at Duke University completing the Cybersecurity Leadership Programme held with the support of CCLATAM amongst others. My fellow participants a mix of 16 nationalities senior-level professional from the business and the private sector, all agree. The CISO is responsible for overseeing the organization's information security management, ensuring the protection of valuable data and mitigating potential cyber threats. They assess the potential risks associated with new technologies and initiatives, ensuring that security measures are integrated into the organization's overall strategy.  All employees must understand their roles and responsibilities in protecting sensitive data. This creates a security-conscious workforce that actively contributes to the organization's overall security posture. A few CEOs seem understanding CISO real importance.

 

Second takeaway: it’s when not if. Cyberattacks are more and more frequent, no one is really protected. With the increasing frequency of cyberattacks and data breaches, businesses face significant risks such as financial losses, reputational damage, and legal consequences. This holds true for critical infrastructure as well, be it a water plant in Texas or the electric grid of a major city. The 2021 Colonial Pipeline ransomware attack serves as a stark reminder of the widespread impact such incidents can have. In this context, the role of the CISO becomes even more critical. By implementing robust security measures and strategies, the CISO acts as a proactive defense mechanism against potential threats.

 

Third takeaway: it’s transnational. As national state actors or international criminal organizations are increasingly behind cyber incidents, international cooperation amongst authorities is essential at bilateral or multilateral level. Cooperations amongst CISO network within the same company or outside the company is essential.

 

In today's digital age, where businesses heavily rely on technology to operate and store sensitive information, the role of a Chief Information Security Officer (CISO) has become increasingly crucial. By investing in a dedicated CISO, organizations can effectively mitigate risks and protect their valuable data from potential cyber threats.

Protegendo o Rei: Cibersegurança como um jogo de xadrez

 

Piero Bonadeo

Diante de um grande ciberataque, um Diretor Geral desesperado proferiu as palavras: 'Um CISO, um CISO, meu reino por um CISO!'

 

Regra de ouro: ter um Chief Information Security Officer (CISO) fazendo parte do conselho diretor. Essa é a minha primeira lição aprendida depois de passar três dias intensos na Universidade Duke, concluindo o Programa de Liderança em Cibersegurança realizado com o apoio do CCLATAM, entre outros.

 

Meus colegas participantes, uma mistura de 16 nacionalidades de profissionais de alto nível dos setores empresarial e privado, concordam. O CISO é responsável por supervisionar a gestão da segurança da informação da organização, garantindo a proteção de dados valiosos e mitigando ameaças cibernéticas potenciais. Eles avaliam os riscos potenciais associados a novas tecnologias e iniciativas, garantindo que medidas de segurança sejam integradas à estratégia geral da organização. Todos os funcionários devem entender seus papéis e responsabilidades na proteção de dados sensíveis. Isso cria uma força de trabalho consciente da segurança que contribui ativamente para a postura de segurança geral da organização. So alguns Diretores Gerais parecem entender a importância real do CISO.

 

Segunda lição aprendida: é uma questão de quando, não se. Os ciberataques estão cada vez mais frequentes, ninguém está realmente protegido. Com a frequência crescente de ciberataques e violações de dados, as empresas enfrentam riscos significativos, como perdas financeiras, danos à reputação e consequências legais. Isso também é verdade para infraestruturas críticas, como uma estação de tratamento de água no Texas ou a rede elétrica de uma grande cidade. O ataque de ransomware ao Colonial Pipeline em 2021 serve como um lembrete vívido do impacto generalizado que tais incidentes podem ter. Nesse contexto, o papel do CISO se torna ainda mais crucial. Ao implementar medidas e estratégias robustas de segurança, o CISO atua como um mecanismo de defesa proativo contra ameaças potenciais.

 

Terceira lição aprendida: é transnacional. À medida que atores estatais nacionais ou organizações criminosas internacionais estão cada vez mais por trás dos incidentes cibernéticos, a cooperação internacional entre as autoridades é essencial em nível bilateral ou multilateral. A cooperação entre as redes de CISO, seja dentro da mesma empresa ou fora dela, é essencial.

 

Na era digital de hoje, onde as empresas dependem fortemente da tecnologia para operar e armazenar informações sensíveis, o papel de um Chief Information Security Officer (CISO) se tornou cada vez mais crucial. Ao investir em um CISO dedicado, as organizações podem mitigar efetivamente os riscos e proteger seus dados valiosos contra ameaças cibernéticas potenciais.

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